Plataforma Oncoped

Sistema desenvolvido pelo Instituto do Câncer Infantil em parceria com a Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, criado para auxiliar médicos e outros profissionais da saúde no atendimento de casos suspeitos de câncer em indivíduos de 0 a 19 anos e encaminhamento para um centro de referência no Estado do RS.

o projeto

O projeto Fortalecer a Rede Assistencial de Oncologia Pediátrica do Rio Grande do Sul foi idealizado pelo Instituto do Câncer Infantil com o apoio da Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, com o objetivo de contribuir no diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil, aumentando as chances de cura dos pacientes e agilizando o encaminhamento à um Centro de Referência para o tratamento no Estado do Rio Grande do Sul.
O projeto propõe teleconsultoria para os profissionais da Rede de Atenção Básica e das Unidades Oncológicas do Estado do Rio Grande do Sul para encaminhamento de crianças e adolescentes com suspeita de câncer no Estado e direcionar aos centros de referência com maior agilidade e dando prioridade para realizar o tratamento adequado minimizando possíveis sequelas tendo maior possibilidade de cura e auxiliar as equipes de regulação estaduais e outras instituições nos encaminhamentos de casos complexos.
O projeto também inclui a capacitação dos profissionais de diferentes áreas multidisciplinares da Atenção Básica e Unidades Oncológicas para o diagnóstico precoce, contribuindo para um diagnóstico mais preciso e precoce do câncer infantojuvenil no Estado do Rio Grande do Sul.

sobre o câncer

O câncer infantojuvenil é a primeira causa de morte por doença na faixa etária de 0 a 19 anos no Brasil, gerado significativo impacto para as famílias e a sociedade. Estima-se para todo o Brasil a ocorrência de aproximadamente 10 mil casos novos; destes, mais de 450 casos novos por ano somente no Estado do Rio Grande do Sul. Dessa forma, é de fundamental importância o controle dessa situação e o alcance de melhores resultados. Assim como, as ações específicas do setor saúde, organização da rede de atenção, desenvolvimento das estratégias de diagnóstico e tratamentos oportunos.

As leucemias são um tipo de câncer que acomete o sangue. É o câncer mais comum na faixa etária pediátrica, presentando mais de 25% de todos os casos. O tipo mais comum é a Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA).

Sintomas:
Fraqueza e cansaço progressivo, palidez, sangramentos ou manchas roxas, febre prolongada com piora progressiva, dores ósseas persistentes.

Os tumores cerebrais e do sistema nervoso central são o segundo tipo mais comum em crianças, representando aproximadamente 20% dos cânceres infantis. Existem muitos tipos de tumores cerebrais e o tratamento e prognóstico de cada um é diferente.

Sintomas:
Dores de cabeça, náuseas, vômitos, visão turva ou dupla, tontura e dificuldade para caminhar ou manipular objetos.

O neuroblastoma é uma forma de câncer que se inicia precocemente nas células nervosas encontradas em um embrião ou feto em desenvolvimento, sendo responsável por cerca de 6% dos cânceres infantis. Esse tipo de câncer ocorre em lactentes e bebês. Raramente é diagnosticado em crianças com mais de 10 anos. Esse tumor pode começar em qualquer local, mas geralmente é diagnosticado no abdome.

Sintomas:
É percebido pelo aparecimento de inchaço na região abdominal, dor óssea e febre.

O tumor de Wilms é um tumor que começa em um ou, raramente, ambos os rins. É mais frequentemente diagnosticado em crianças de 3 a 4 anos de idade, sendo incomum em crianças mais velhas e adultos. O tumor de Wilms representa 5% dos cânceres infantis.

Sintomas:
Ele pode surgir como um inchaço ou nódulo no abdome, febre, dor, náuseas ou falta de apetite.

Os linfomas frequentemente afetam os gânglios linfáticos e os tecidos linfáticos, como amígdalas ou timo. Eles também podem afetar a medula óssea e outros órgãos, provocando sintomas diferentes dependendo do local onde está se desenvolvendo. Existem vários tipos de linfomas, sendo os linfomas mais comuns na infância o linfoma de Burkitt e Linfoblástico. Ambos os tipos podem ocorrer tanto em crianças como em adultos.

Sintomas:
Os linfomas podem causar perda de peso, febre, sudorese, fraqueza e aumento de tamanho dos linfonodos do pescoço, axilas ou virilha.

O rabdomiossarcoma é o tipo mais comum de sarcoma de partes moles em crianças, começa nas células que normalmente se desenvolvem nos músculos esqueléticos e que participam do movimento do corpo. Ele pode ocorrer na cabeça e no pescoço, virilha, abdome, pelve ou nos membros (braços ou pernas). representando cerca de 3% dos cânceres infantis.

Sintomas:
Ele pode causar dor e/ou inchaço no local de crescimento do tumor.

É um câncer do olho e representa cerca de 2% dos cânceres infantis. Geralmente ocorre em crianças na faixa etária de 2 anos e raramente é diagnosticado em crianças com mais de 6 anos.

Sintomas:
Os retinoblastomas são normalmente diagnosticados porque os pais ou o médico percebem algo atípico no olho da criança. Ao direcionar uma luz ao olho de uma criança, a pupila aparece vermelha devido ao sangue dos vasos do fundo do olho. No olho com retinoblastoma, a pupila, tem o aspecto branco ou rosa. Este brilho branco no olho geralmente é percebido em fotos tiradas com flash. 

Os tumores ósseos ocorrem mais frequentemente em crianças mais velhas e em adolescentes, mas podem se desenvolver a qualquer idade. Eles representam cerca de 3% dos cânceres infantis. Os 2 tipos principais de tumores ósseos que acometem crianças são o osteossarcoma e o tumor de Ewing.

Sintomas:
Dores persistentes e com piora progressiva, inchaço ou aumento do volume do membro afetado, fraturas patológicas.

centros habilitados

Rua Ramiro Barcelos, 2350, Av. Protásio Alves, 211
Bairro Santa Cecília
Porto Alegre- RS
CEP: 90035-903
Fone: (51) 3359-8000

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Rua Álvares Cabral, 565
Bairro Cristo Redentor
Porto Alegre- RS
CEP: 91350-250
Fone: (51) 3357-2000

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Av. Independência, 155
Bairro São João
Porto Alegre- RS
CEP: 90240-510
Fone: (51) 3214-8080

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Rua Prof. Antônio Vignoli, 255
Bairro Pres. Vargas
Caxias do Sul- RS
CEP: 95070-561
Fone: (54) 3218-7200

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UFSM- Av. Roraima, 1000- Prédio 22
Bairro Camobi
Santa Maria- RS
CEP: 97105-900
Fone: (55) 3213-1400

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Rua Teixeira Soares, 808
Centro
Passo Fundo/RS
CEP: 99010-080
Fone: (54) 3316-4000

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redes de apoio à criança com câncer

Organização sem fins lucrativos
R. São Manoel, 850
Bairro São Manoel
Porto Alegre/RS
CEP 90620-110
Fone: (51) 3331-8704



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Organização sem fins lucrativos
R. Erly de Almeida Lima, 365
Bairro Camobi
Santa Maria/RS
CEP 97105-120
Fone: (55) 3226-4949


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Organização de Serviço Social
R. Vidal Brasil, 1695
Hamburgo Velho
Novo Hamburgo/RS
CEP 93540-090
Fone (51) 99587-9009


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Rua Dr. Paulo Roberto Almeida, 471
Bairro Universitário
Caxias do Sul/RS
CEP 95040-220
Fone: (54) 3221.0849


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R. Vig. José Inácio, 741
Centro Histórico
Porto Alegre/RS
CEP 90020-110
Fone: (51) 3228.5208


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capacitação

A Plataforma de Ensino OncoPed ICI, está voltada para a capacitação dos profissionais da Atenção Básica e Unidades Oncológicas do Estado do Rio Grande do Sul, a formação é ministrada pelos profissionais especializados do Instituto do Câncer Infantil com temas importantes para o diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil.
As inscrições são realizadas através da nossa Plataforma de Ensino e todos os profissionais que concluírem 100% das aulas receberam certificado validado pelo Instituto do Câncer Infantil e da Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul.

dúvidas

O câncer infantojuvenil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. Diferentemente do câncer do adulto, o câncer infantojuvenil geralmente afeta as células do sistema sanguíneo e os tecidos de sustentação, é mais agressivo e de rápida evolução.

No Brasil, conforme dados do DATASUS são registrados mais de 10 mil novos casos de câncer infantil ao ano.

Nos tumores da infância e adolescência, até o momento, não existem evidências científicas que deixem claro a associação entre a doença e os fatores ambientais. Logo, prevenção é um desafio para o futuro. A ênfase atual deve ser dada ao diagnóstico precoce e à orientação terapêutica de qualidade.

O câncer na faixa etária pediátrica ocorre principalmente nos tecidos de sustentação e sangue. Os tipos mais comuns são as leucemias, tumores do sistema nervoso central, linfomas e tumores sólidos como o neuroblastoma, sarcomas e o tumor de Wilms.

Sim. Fatores genéticos estão ligados ao desenvolvimento do câncer na faixa etária pediátrica. No entanto, esses fatores nem sempre são hereditários ou podem ser previsto. Atualmente, o foco das investigações está voltado para alterações genéticas que podem predispor ao câncer.

Por apresentar sintomas inespecíficos, o câncer pode muitas vezes ser confundido com outras doenças comuns na infância. É importante que sintomas persistentes e com piora progressiva sejam percebidos e a criança ou adolescente avaliada por médico capacitado. A detecção precoce é muito importante para o sucesso do tratamento e a obtenção da cura total da doença.

• Perda de peso contínua e inexplicável;
• Dores de cabeça diárias com ou sem vômito de manhã;
• Inchaço ou dor persistente nos ossos ou articulações;
• Protuberância ou massa no abdômen, pescoço ou qualquer outro local;
• Desenvolvimento de uma aparência esbranquiçada na pupila do olho ou mudanças repentinas na visão;
• Febres recorrentes não causadas por infecções;
• Hematomas excessivos ou sangramento, geralmente repentinos;
• Palidez perceptível ou cansaço prolongado.

Não. O câncer pode ocorrer em qualquer idade, desde o período intraútero até a fase adulta. A faixa etária onde ocorrem o maior número de casos na infância ocorre entre os 2 e 5 anos.

O tratamento do câncer infantil é determinado com base no tipo e estadiamento da doença. As opções podem incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Alguns tipos de câncer infantil podem ser tratados com altas doses de quimioterapia seguidas de um transplante de células-tronco. Novas medicações também estão auxiliando nesse tratamento como terapias alvo e imunoterapias.

No Brasil a taxa de mortalidade do câncer infantil ainda é muito elevada. Um levantamento divulgado este mês pelo Instituto Desiderata concluiu que a média de mortes por câncer infantil no Brasil é quase duas vezes maior do que nos Estados Unidos. Enquanto aqui a média de mortes no período analisado (de 2000 a 2019) foi de 43,4 por milhão de jovens, nos EUA essa média foi de 22 óbitos por milhão.

Sim! O diagnóstico precoce e preciso, associado ao uso de protocolos terapêuticos voltados para essa população, equipe de saúde experiente e hospitais com credenciamento para o atendimento pediátrico aumentam as chances de cura.

A quimioterapia acontece em ciclos, compostos por dias de administração da medicação e um período de descanso, conforme cada protocolo terapêutico. A duração do tratamento pode variar dependendo o tipo de câncer e estágio da doença. Portanto, o tratamento pode durar entre 2 meses e 2 anos.

Alguns efeitos indesejáveis podem ocorrer como fraqueza, diarreia, perda de peso, mucosite, queda de cabelos, náuseas, vômitos, boca seca, alterações paladar. A Radioterapia é bem comum descamação, escurecimento e vermelhidão da pele, principalmente na região das dobras, como pescoço e virilha.

A criança ou o adolescente em tratamento oncológico precisa frequentemente ser afastados de suas atividades de socialização como escola, passeios, amizades. Além disso, o diagnóstico do câncer infanto-juvenil provoca um sofrimento e instabilidade na dinâmica familiar. O acompanhamento contínuo da equipe multiprofissional, com pedagogos, psicólogos, fisioterapeutas, serviço social, entre outros, desta família é primordial pois assim se estabelece uma relação de respeito e confiança entre familiares e os profissionais, possibilitando a criação de um ambiente mais acolhedor e humanizado.

Estima-se, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), que o percentual mediano dos tumores pediátricos encontrados nos registros de base populacional brasileiros se situa próximo de 3%, o que permite o cálculo estimado de aproximadamente 12.600 casos novos de câncer pediátrico sejam diagnosticados no Brasil por ano, com pico de incidência na faixa de 2 a 5 anos, e um segundo pico entre 16 e 18 anos. A leucemia corresponde a 30% dos casos de câncer, seguida dos Tumores de do Sistema Nervoso Central e Linfomas. No país, o câncer infantil já é a primeira causa de morte por doença nesta faixa etária.

É fundamental o cuidado com a higiene pessoal, principalmente bucal, higiene dos alimentos, evitar contato com pessoas doentes e aglomerações, devido a redução das defesas do corpo associado ao tratamento. A alimentação deve ser saudável, rica em proteínas e calorias, e ingerir uma quantidade abundante de água potável. Cuidados com a pele, que pode sofrer muito durante o tratamento, fazendo uso de loções hidratantes e evitando exposição solar sem proteção. Fazer uso de sintomáticos para náuseas ou dores é recomendado.

Atualmente se reconhece que o aparecimento do câncer está diretamente vinculado a uma multiplicidade de causas e que em alguns tipos de câncer a susceptibilidade genética tem papel importante. É reconhecido na literatura científica que há um vasto número de doenças raras ligadas à instabilidade cromossômica, ao defeito de replicação e/ou no reparo do DNA que apresentam risco elevado de desenvolvimento de neoplasias ao longo da vida. Assim como, é sabido que radiação ionizante (RAIOS-X) e alguns agentes virais, como o Epstein Barr Vírus possui relação com certos tipos de tumores.

Acompanhamento psicológico é importante durante tratamento não apenas para as crianças, mas também para toda família, é fundamental para criança para que ela se recupere de forma saudável, e consiga lidar com seus medos e frustrações. As instituições de referência e habilitadas normalmente oferecem esse tipo de serviço. Além disso, serviços de apoio, como o Instituto do Câncer Infantil, também podem auxiliar com equipe multidisciplinar.

Ingesta frequente de líquidos - se houver restrição para beber líquidos seguir recomendação médica;
Antes de iniciar cada aplicação do tratamento radioterapia, a pele deve estar limpa e sem resíduos de pomadas ou cremes;
Evite banhos quentes, banho morno, sabonete neutro;
Evite exposição ao sol da pele irradiada;
Seque levemente a pele, não coçar a área que está recebendo irradiação;
Não depilar com cera depilatória ou lâmina a área em tratamento; 

Os efeitos colaterais da radioterapia estão diretamente relacionados com área do corpo irradiada, dose administrada, tipo radiação e a capacidade das células saudáveis em reparar o dano. Os efeitos cumulativos da radioterapia podem aparecer durante a 3ª semana após início do tratamento. Esses efeitos podem ser agudos ou crônicos e as manifestações podem ser precoces ou tardias. Um dos efeitos Colaterais mais comuns é a fadiga. reações cutâneas, comum a descamação, escurecimento e vermelhidão da pele, principalmente na região das dobras, como pescoço e virilha. Perda de cabelo, náuseas, vômitos, perda de apetite.

Para receber a infusão das novas células o paciente precisa ter sido submetido primeiramente por um tratamento onde a medula óssea será destruída, recebendo altas doses de quimioterapia e de radioterapia. Então ele recebe a medula sadia como se fosse uma transfusão sangue. Uma vez na corrente sanguínea, as células novas da medula circulam e vão se alojar na medula óssea, onde se desenvolvem, o que chamamos de “Pega”. Após isso, torcer para que a medula do doador se adapte e não seja rejeitada.

É um tratamento na qual se utilizam radiações ionizantes para destruir um tumor ou impedir que suas células aumentem. Estas radiações não são visualizadas e durante sua aplicação a criança não sente nada. A radioterapia pode ser usada em combinação com quimioterapia.

O transplante de medula deve ser indicado quando as chances de cura apenas com a terapia convencional são muito baixas. O transplante de medula óssea pode ser realizado com a medula do próprio paciente (autólogo) ou de um doador (Alogênico).

Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade entre doador e receptor. Caso contrário a medula será rejeitada. Análise da compatibilidade é realizada por meio de testes laboratoriais específicos, a partir do sangue do doador e receptor, chamado de exames histocompatibilidade.

Qualquer pessoa saudável, maior de 18 anos e menor que 60 anos, pode se inscrever como doador de medula óssea em um banco de sangue ou hemocentro que faça o cadastro. Para a inscrição no banco de doadores, chamado REDOME, é necessário o preenchimento e assinatura dos termos e a coleta de sangue periférico. Quando for encontrado algum receptor compatível, você será contactado e novas coletas serão realizadas. Se a compatibilidade for confirmada, a medula óssea (sangue que encontramos dentro dos ossos) será coletada sob anestesia, sendo liberada no mesmo dia do procedimento.

São basicamente divididos em 3 tipos:
Alogênico: células tronco hematopoiéticas de um doador. Pode ser aparentado (irmão), não aparentado compatível (Doador fora da família) ou Haploidêntico (Pai ou mãe)
Autólogo: próprias células tronco hematopoiéticas do paciente são removidas antes que a quimioterapia e radioterapia de altas doses sejam administradas, então, armazenados para posterior uso. Após quimioterapia e radiação estarem finalizadas as células colhidas são infundidas na criança.
Singênico: doador é irmão gêmeo idêntico, mesma placenta. 

oncoped

O Oncoped ICI foi desenvolvido pelo Instituto do Câncer Infantil em parceria com a Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, criado para auxiliar médicos e outros profissionais da saúde no atendimento de casos suspeitos de câncer em indivíduos de 0 a 19 anos e encaminhamento para um centro de referência no Estado do RS.
Os atendimentos são realizados pelo telefone e plataforma, sendo realizados pela equipe especializada do Instituto do Câncer Infantil que orienta a melhor conduta conforme protocolo e fluxo de encaminhamento.

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